Portaria com Reconhecimento Facial

A frequência começa no portão

A câmera da portaria reconhece quem entrou e a chamada do dia sai disso. O professor deixa de gastar os primeiros minutos da aula fazendo lista, e a secretaria enxerga quem não chegou ainda de manhã.

Uma entrada cobre a frequência do dia inteiro
Aluno, funcionário e desconhecido identificados na hora
O rosto não sai da escola: o reconhecimento roda no local
Projetado sob a LGPD Processamento no próprio prédio
Alunos entrando na escola pela portaria
Chamada automática a partir de quem passou pelo portão

A chamada manual custa mais do que parece

Não é só o tempo do professor. É a informação chegando tarde demais para quem precisa agir.

Tempo de aula

Cinco minutos por aula

Multiplicados por turma, por dia e por ano letivo, viram semanas de aula gastas passando lista em vez de ensinar.

Atraso

A falta aparece dias depois

Quando o diário é fechado no fim da semana, a escola descobre tarde que um aluno parou de vir. E o tempo é justamente o que conta na busca ativa.

Segurança

Ninguém sabe quem entrou

Sem registro de portaria, a escola não consegue dizer quem esteve no prédio em determinado dia, nem identificar quem não deveria estar ali.

Do portão ao diário, em quatro passos

O reconhecimento acontece na escola. Para o sistema vai só o resultado, nunca a imagem.

Passo 1

A câmera reconhece

Na entrada, o rosto é comparado com a base da própria escola: alunos ativos e funcionários lotados ali.

Passo 2

O acesso é registrado

Cada entrada vira um registro com horário, grau de confiança e o dispositivo que leu, separado por escola.

Passo 3

A falta sai por diferença

Quem era esperado na turma e não passou pelo portão entra como falta. Aluno transferido ou inativo fica de fora do cálculo.

Passo 4

A secretaria confirma

O sistema entrega uma prévia, não uma falta pronta. A escola revisa antes de efetivar no diário.

Trava de segurança

Câmera com problema não pode virar 300 faltas

Falta consecutiva aciona busca ativa e, em alguns casos, o conselho tutelar. Por isso a falta nunca é automática às cegas: existe fallback por crachá, QR ou matrícula digitada quando o rosto não é reconhecido, a efetivação passa pela secretaria, e toda falta gerada pela portaria fica marcada como tal, podendo ser desfeita em lote.

A portaria sabe quem é aluno, quem trabalha e quem não conhece

Reconhecimento facial na portaria identificando alunos e um visitante não identificado
Aluno e funcionário são identificados; quem não está na base da escola aparece como não identificado e gera alerta.

Aluno

Entrada registrada e usada para montar a frequência do dia. É o que substitui a chamada manual.

Funcionário e professor

Registro de presença da equipe, com base na lotação de cada servidor na escola.

Desconhecido

Rosto que não bate com ninguém gera registro de visitante e alerta na portaria, para a escola saber na hora.

Reconhecimento facial de criança é dado sensível. Tratamos como tal.

A LGPD classifica biometria como dado pessoal sensível, e há exigência reforçada quando se trata de criança e adolescente. O módulo foi desenhado a partir dessa restrição, não apesar dela.

Sem nuvem de terceiros

O vídeo não sai da escola

A detecção e a comparação rodam em um equipamento na própria portaria. Rosto de aluno não trafega para serviço externo.

Minimização

Guarda a assinatura, não a foto

O que fica armazenado é a representação matemática do rosto, não um banco de imagens dos alunos.

Terceiros

Desconhecido não vira base

Quem não é da escola nunca consentiu. Nenhuma assinatura facial de terceiro é criada: só um registro do evento, com descarte automático.

Escolha da família

Sempre existe alternativa

O reconhecimento facial não pode ser o único caminho. Quem não autorizar registra a entrada por crachá, QR ou matrícula.

Transparência

Sinalização na entrada

A portaria informa de forma visível que o ambiente é monitorado por reconhecimento facial.

Governança

Documentação antes do uso

Apoiamos a instituição na base legal, no termo de consentimento e no relatório de impacto exigido antes de colocar em operação.

O que a escola acompanha

Painel do dia

Por turma e por data: quem entrou, quem não apareceu e a que horas cada um chegou.

Registro de acessos

Histórico completo por escola, com horário, tipo de detecção e origem do registro.

Prévia e reversão

A falta gerada pela portaria fica identificada, pode ser revisada antes de valer e desfeita em lote se necessário.

Quer avaliar a portaria facial na sua escola?

O caminho começa por uma conversa técnica e pela documentação de privacidade, antes de qualquer câmera ser instalada. Nós conduzimos as duas etapas com você.